MARIO SERGIO SPERETTA
   



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Uma das piores doenças das últimas décadas é o horrorizante câncer. Incrível que ele tenha se disseminado tanto nos últimos tempos, pois ao que me recordo tempos atrás pouco se falava nele. Ou tínhamos pouca ocorrência ou o número de pessoas no mundo era, obviamente, bem menor. E ninguém divulgava, pois a mídia era restrita. Todavia, tudo leva a crer que o fato de hoje vivermos neste mundo moderno, onde diariamente ingerimos produtos industrializados, seja um dos fatores ocorrentes para o aumento dessa doença fatídica. Aliás, o nervoso e a angústia também levam a ter essa doença, isso resta claro quando observamos as pessoas doentes e que realmente passaram por determinados e sérios problemas em família e ou no trabalho, que o levaram a ser vítima da doença praticamente incurável, aliás, curável com raras exceções. E ninguém sabe ainda explicar como acontece o tumor, de onde ele vem. Exceto o de pele. Por isso, o homem deve ter os cuidados necessários quanto à alimentação e, no que toca ao desespero e a irritação e, dos quais ninguém escapa, a melhor coisa é orar, respirar dez vezes antes de tomar uma atitude que pode levar ao abismo. As sequelas de uma irritação chegam no futuro



Escrito por Mário Sergio - Speretta às 13h21
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Chegando aos seis meses sem fumar, utilizando-me do facebook, tenho noticiado o evento e com isso, conclamando e incentivando os meus milhares amigos do site para também encerrarem esse vício. Isto é, os e as que fumam. No dia 15 de agosto do ano passado resolvi parar de fumar depois de 45 anos de vício. Assim, de repente! Um domingo, após comprar um novo maço e um isqueiro, lá pelas 8h da noite, acendi um cigarro do novo maço. Fumei e quando estava no toco, olhei para ele e disse: “você foi o último”... No dia seguinte, peguei o maço com 19 cigarros e mais o isqueiro e guardei, para um dia coloca-los num quadro. A partir dali, apesar de usar adesivos por um mês mais ou menos, até como forma de psicologicamente me ajudar, nunca mais coloquei um cigarro na boca. E olhe que nos momentos difíceis, de nervoso ou situação contrária dá aquela vontade doida e, mais ainda quando a gente advoga. Advogar é cuidar e se preocupar com nossa vida particular e a dos clientes, dia e noite. Então é realmente estressante, por isso que se torna mais difícil parar com esse hábito. Digo hábito pois realmente é o de levantar, tomar café e fumar, depois outro café e mais um e após o almoço. E um hábito mas também o vício diante dos produtos colocados junto com o fumo. Sinceramente, estou absorto em ver o número elevado de outras pessoas que aderiram a parar de fumar. Logo depois que eu resolvi parar e parei, o médico Doutor Dráuzio Varella apresentou aquele quadro no Fantástico, pela Rede Globo, incentivando os telespectadores. E confesso que muitos que pararam foi justamente por causa do Dr. Drauzio, com certeza. Enfim, unindo a vontade e a querença, mais a persistência e colocando na cabeça que o cigarro é fedido e faz mal, a gente para de vez. 



Escrito por Mário Sergio - Speretta às 15h13
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Julgamentos pelo Tribunal do Júri

Julgamentos pelo Tribunal do Júri como este de Lindemberg acontecem todos os dias em muitas cidades do Brasil. Todavia, a imprensa volta-se unicamente para esse caso, sob o argumento de ter sido um ato que gerou alta compaixão a nível nacional. Ora, os mesmos sentimentos de sofrimento e dor, tantas e tantas famílias passam diariamente com casos idênticos, mas que a mídia deixa passar em branco. Essa é uma realidade e na verdade, a mídia e principalmente de São Paulo/capital abraça os casos mais graves e que chamam a atenção para ter audiência, essa é a verdade. Em pequenas e médias cidades ocorrem crimes piores que esse, mas que passam despercebidos, ninguém chega a convocar a imprensa para dar o alarde inicial. E os julgamentos pelo Tribunal do Júri são inúmeros, diariamente os fóruns têm seus julgamentos e casos até piores que esse do caso Eloá. O sentimento de dor e sofrimento que Eloá passou, só ela mesma poderia externar e mais ainda, as outras vítimas que ali estavam no apartamento e suas famílias. A violência tem sido drástica, marcante no dia a dia. Culpar o Estado, a segurança pública não é correto, porque é na educação, desde o berço, que o ser humano terá mais consciência dos seus atos e inações. Se todos tivessem educação no berço, nem polícia seria preciso, essa é a verdade. O respeito com o seu semelhante é o suficiente. 



Escrito por Mário Sergio - Speretta às 15h21
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