MARIO SERGIO SPERETTA
   



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CABEÇA BRANCA, SHORTE E SEM NUNCA TRABALHAR, ENRIQUECEU...

 

 

Cada cidade tem seu espécime. Araraquara não é exceção e, tem os seus personagens que marcam época e sua passagem pelo planeta Terra. Aqui, uma espécie desse tipo de safados, poderíamos dizer.

Tem um sujeito que nunca trabalhou na vida apesar das suas décadas de existência. Desde moço já se portava como um expert em dar o chamado golpe do baú. Vindo de família estável, nem rica nem pobre, cursou um dos melhores colégios e sempre procurou frequentar a alta sociedade e os clubes de elite. E conseguiu um belo casamento, acampando para si uma bela mulher E com ela um dote invejável de terras e mais terras. Com o tempo foi levando em frente a sua comunhão de bens, sem ter filhos e é isso que não objetivava.

Ai, para surpresa geral, descobriu-se que ele buscara um outro “ninho” dentro da família da sua então esposa e, lá, como um lorde enfadonho conseguiu arrebatar para si uma bela mulher, mais bonita que a sua e, com ele tinha preso para si, em sua cintura, uma invejável cota de imóveis.

Foi assim que formou o seu patrimônio. Colhendo dinheiro e mais dinheiro, aumentando o seu patrimônio e sem nunca trabalhar na vida.

E tem muito dinheiro, pois além de tudo é um pão duro de fazer inveja.

Quando está no litoral se divertindo com o dinheiro que veio fácil, por aqui cidade circula com o seu cabelo todo branco omonizado, parecendo um cotonete. Anda apenas perante a sociedade, como se fosse um lorde.

Pobre criatura, de doer aos nossos olhos a sua vida profana, profana, aliás, perante a doutrina cristã e o bom senso das famílias que se presam.

Lesou uma família, enriqueceu e aproveitou-se da beleza de outra bela mulher que foi buscar dentro da própria família, traindo pessoas que confiam nele.

Hoje, como se fosse um cotonete com seus brancos cabelos de safado, curte as ruas e avenidas, andando a pé para não gastar combustível. Com o detalhe de que só circula pelo centro da cidade, em área nobre para chamar a atenção.

E quando motorizado, em carros adquiridos por força do trabalho alheio e olha que são carros que nem se sabe como conseguiu, visto que expostos para aparecer para a mulherada. Não deixa de ser um pobre idiota...



Escrito por Mário Sergio - Speretta às 15h58
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